Guia prático: Gestão de feiras orgânicas na Amazônia

17 de julho de 2020

jul 17, 2020

Mapa, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Cláudia de Souza, Gunter Viteri, Rema, Rede Maniva de Agroecologia, Daniel Dias Moreira, Mariana Bitencourt, Alexander Rose, Anelise Stumpf, Alexandre Vasconcellos de Melo, Fabiana Góes de Almeida Nobre, Fernando Camargo, Luciana Rocha, Katharina Bohl, Joana de Oliveira Dias, Daniel Caspar Wallmann, Márcio Arthur Oliveira de Menezes, Acácia Lima Neves, Mariana Gama Semeghini, André Machado

 

O Guia prático Gestão de feiras orgânicas na Amazônia tem o objetivo de colaborar com a difusão das boas práticas de comercialização de produtos da sociobiodiversidade e da agroecologia. O que se deseja é que as famílias de agricultores orgânicos e agroecológicos, técnicas e técnicos da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e apoiadores das dinâmicas e processos da agroecologia possam encontrar, neste material, as informações para o melhor planejamento e gestão de feiras orgânicas.

Este guia foi elaborado pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), no âmbito do Projeto Mercados Verdes e Consumo Sustentável, em colaboração com o Consórcio Eco Consult/IPAM e GIZ.

O material faz parte do Módulo Marrom, chamado “Modelo de Negócios Verdes”, um dos sete temas que compõem o Programa CapGestores Amazônia.

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Acúmulo de carbono e mecanismos de mercado em sistemas agroflorestais de cacaueiro: uma experiência na região da rodovia Transamazônica-PA

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Os Sistemas Agroflorestais (SAFs) com cacaueiro, além de serem uma alternativa para a recuperação de áreas desmatadas e degradadas da Amazônia, integram floresta e agricultura, ao mesmo tempo provendo serviços ambientais como a manutenção da biodiversidade, a manutenção do ciclo da água e do estoque de carbono, gerando uma externalidade positiva e passível de compensação. Mesmo colaborando com a manutenção destes serviços ecossistêmicos, ainda não é claro como os produtores destes sistemas podem ser recompensados. A compensação pelos serviços ambientais prestados poderia ser um estímulo para produtores optarem pela produção agroflorestal.

Assim, o presente trabalho tem como objetivo apresentar um modelo para este tipo de compensação, no âmbito de REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal), a partir de cálculos considerando o estoque de carbono e sua relação com benefícios socioambientais em Sistemas Agroflorestais com cacaueiro, na região de influência da rodovia Transamazônica (BR-230). O mecanismo de compensação deve apresentar uma interação entre as dimensões social, econômica e ambiental de forma atrativa ao produtor e alinhada à conservação da floresta.

Este modelo poderá ser consolidado como um novo mecanismo de financiamento e desenvolvimento da Amazônia no âmbito de uma política de REDD.